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Hoje eu me sinto especialmente feliz. Se precisasse por em uma balança as coisas que tem acontecido na minha vida, boas e ruins, as boas pesariam mais. É um contentamento. É estar contente. É ser feliz. É acordar e agradecer, dormir e agradecer. É viver e agradecer. É pedir que vários dias iguais se repitam. Pedir chances de vencer, e não esquecer das chances em que você precisa aprender. Apesar de tudo, esquecer que a vida está cronometrada, parametrizada por pessoas que talvez nem sejam relevantes. Na verdade, elas não são.  É amar. Se amar. Me amar. Ter um tempo pra andar sem pressa, uma banho demorado na sexta. Abraçar sua mãe no aniversário dela. Se sentir vulnerável é se sentir humano. Ter medo, mas confiar. Em si. Em Deus.

Já era bem tarde quando saímos da festa… Só restava a gente lá. Eu tinha vindo sem carro, então ela me deu uma carona. Passamos por aquela praça, de tempos idos, onde esperei por ela. Estava vazia. Pedi que me deixasse ali. Desci, me despedi. Ela fingiu atenção quando perguntou quando eu ia embora… Se ela quisesse, não iria nunca. Rimos e ouvi o ronco do motor partindo. Me sentei ali, naquele banco do lado daquela árvore… Aquela árvore que riscamos com nossas iniciais.
Caía uma chuva fina, o vento regelava… Só ouço o barulho dos seus passos, vindo me encontrar. Aquele cheiro vindo me abraçar. Não tinha mais chuva, mas, que água era aquela entre nós? Chorava um pouco. Como na noite da formatura, quando dissemos que nos amávamos. Lembra desse dia? Um êxtase tomou forma no abraço que demos. Estávamos vivos. E, mesmo que não houvesse outro dia, aquele momento era o filme da minha vida. Ela foi. Fui depois. A chuva voltou e molhou o banco inteiro.

Já era bem tarde quando saímos da festa… Só restava a gente lá. Eu tinha vindo sem carro, então ela me deu uma carona. Passamos por aquela praça, de tempos idos, onde esperei por ela. Estava vazia. Pedi que me deixasse ali. Desci, me despedi. Ela fingiu atenção quando perguntou quando eu ia embora… Se ela quisesse, não iria nunca. Rimos e ouvi o ronco do motor partindo. Me sentei ali, naquele banco do lado daquela árvore… Aquela árvore que riscamos com nossas iniciais.

Caía uma chuva fina, o vento regelava… Só ouço o barulho dos seus passos, vindo me encontrar. Aquele cheiro vindo me abraçar. Não tinha mais chuva, mas, que água era aquela entre nós? Chorava um pouco. Como na noite da formatura, quando dissemos que nos amávamos. Lembra desse dia? Um êxtase tomou forma no abraço que demos. Estávamos vivos. E, mesmo que não houvesse outro dia, aquele momento era o filme da minha vida. Ela foi. Fui depois. A chuva voltou e molhou o banco inteiro.

Tell them what I hoped would be impossible…
Precisamos de um baque pra perceber que nossas escolhas não foram tão certas quanto achamos. Ninguém tem certeza de nada, e por mais que desejemos algo, nem sempre alcançamos. É triste, mas a realidade talvez seja um pouco triste.
Me perdi na vida. Perdi muito do que eu gostava em mim. Perdi um brilho no olhar que me motivava. Apanhei um pouco. Aliás, tenho apanhado. Ás vezes penso estar pagando por uns erros que cometi. Mas, será que foram tantos? Nos cansamos de sofrer, de repetir as escolhas, de fazer no automático.
Quando vejo alguém que me conhecia, e que acreditava em mim… Me dizendo que eu era bom e que tinha um caminho incrível pela frente… Apostavam em mim. Rezavam por mim. Acho que fiz uns amigos por aí, cativei algumas boas pessoas. E me dói decepcioná-los. Me dizem que sou guerreiro, mas, o que é ser guerreiro? O que faz a minha guerra justa? Que guerra pode se justificar?
Perdi. Perdi tempo tentando ser outro alguém. Tentando mudar. É complicado, mas talvez você já nasça pronto. Parece que perdi uma garra que todos viam, mas ela permanecia invisível quando eu me olhava no espelho. Olhar pra trás e notar que você já esteve lá. Você soube como encarar, você soube vencer. Os problemas, quem sabe, até podem ser os mesmos, mas você não. E talvez isso doa mais.

Tell them what I hoped would be impossible…

Precisamos de um baque pra perceber que nossas escolhas não foram tão certas quanto achamos. Ninguém tem certeza de nada, e por mais que desejemos algo, nem sempre alcançamos. É triste, mas a realidade talvez seja um pouco triste.

Me perdi na vida. Perdi muito do que eu gostava em mim. Perdi um brilho no olhar que me motivava. Apanhei um pouco. Aliás, tenho apanhado. Ás vezes penso estar pagando por uns erros que cometi. Mas, será que foram tantos? Nos cansamos de sofrer, de repetir as escolhas, de fazer no automático.

Quando vejo alguém que me conhecia, e que acreditava em mim… Me dizendo que eu era bom e que tinha um caminho incrível pela frente… Apostavam em mim. Rezavam por mim. Acho que fiz uns amigos por aí, cativei algumas boas pessoas. E me dói decepcioná-los. Me dizem que sou guerreiro, mas, o que é ser guerreiro? O que faz a minha guerra justa? Que guerra pode se justificar?

Perdi. Perdi tempo tentando ser outro alguém. Tentando mudar. É complicado, mas talvez você já nasça pronto. Parece que perdi uma garra que todos viam, mas ela permanecia invisível quando eu me olhava no espelho. Olhar pra trás e notar que você já esteve lá. Você soube como encarar, você soube vencer. Os problemas, quem sabe, até podem ser os mesmos, mas você não. E talvez isso doa mais.

Just a little.
Nunca parei pra prestar atenção, mas, percebi que sou meio romântico. Sendo bem sincero, muito romântico. E isso anda fora de moda. O legal é ser descolado, “não-tá-nem-aí”, se gostar e pronto.
Também me sinto assim… Ou tive essa impressão. Talvez eu seja um daqueles tipos não inventados… Que chora escondido assistindo filmes românticos na madrugada… Ando sempre me imaginando nos romances que leio, vivendo amores e as crises existenciais que eles trazem.
Mas, o que mais me fascina e que talvez seja uma predisposição minha são aqueles amores impossíveis. São o meu fraco… e o meu sonho. Algo ultrarromântico. Penso que esse suspense, esse medo… Esse impedimento te faça sentir vivo. Aquele êxtase de proibição que faz cada músculo do seu corpo se retesar quando está junto de seu cúmplice nesse crime de amar… Algo que deixe a boca seca e a garganta embargada, um choro que não desce e nem chora. 
E me flagro sonhando com olhares que reclamo a posse, com palavras que só podem ser ouvidas por mim, com afagos que só você pode dá.
Percebo que perdi um bom tempo da minha vida imaginado alguém ideal, afim de longas caminhadas na praia ao pôr do sol… Alguém que só de encostar-se à sua mão você percebe que conheceu a vida toda. Essa vida e as anteriores… O tipo transcendental de amor.
Ando desiludido dessas convicções. É difícil ouvir por aí histórias de amor assim. Só sabemos de separações, términos… Ficas. Pegas. Não sou defensor da moral e dos bons costumes, e definitivamente não tenho essa pretensão… Mas, até a galera mais afoita se sente carente. Existe muita gente te olhando, no entanto, pouquíssimas te enxergam. 
Uma hora, a massagem no ego por ter curtido com muitas pessoas passa. E sobra o quê depois disso? Solidão. Há os sozinhos por opção… Opção dos outros que não os escolhem, aposto.
Será errado pedir só um pouco de amor?
 
 

Just a little.

Nunca parei pra prestar atenção, mas, percebi que sou meio romântico. Sendo bem sincero, muito romântico. E isso anda fora de moda. O legal é ser descolado, “não-tá-nem-aí”, se gostar e pronto.

Também me sinto assim… Ou tive essa impressão. Talvez eu seja um daqueles tipos não inventados… Que chora escondido assistindo filmes românticos na madrugada… Ando sempre me imaginando nos romances que leio, vivendo amores e as crises existenciais que eles trazem.

Mas, o que mais me fascina e que talvez seja uma predisposição minha são aqueles amores impossíveis. São o meu fraco… e o meu sonho. Algo ultrarromântico. Penso que esse suspense, esse medo… Esse impedimento te faça sentir vivo. Aquele êxtase de proibição que faz cada músculo do seu corpo se retesar quando está junto de seu cúmplice nesse crime de amar… Algo que deixe a boca seca e a garganta embargada, um choro que não desce e nem chora.

E me flagro sonhando com olhares que reclamo a posse, com palavras que só podem ser ouvidas por mim, com afagos que só você pode dá.

Percebo que perdi um bom tempo da minha vida imaginado alguém ideal, afim de longas caminhadas na praia ao pôr do sol… Alguém que só de encostar-se à sua mão você percebe que conheceu a vida toda. Essa vida e as anteriores… O tipo transcendental de amor.

Ando desiludido dessas convicções. É difícil ouvir por aí histórias de amor assim. Só sabemos de separações, términos… Ficas. Pegas. Não sou defensor da moral e dos bons costumes, e definitivamente não tenho essa pretensão… Mas, até a galera mais afoita se sente carente. Existe muita gente te olhando, no entanto, pouquíssimas te enxergam.

Uma hora, a massagem no ego por ter curtido com muitas pessoas passa. E sobra o quê depois disso? Solidão. Há os sozinhos por opção… Opção dos outros que não os escolhem, aposto.

Será errado pedir só um pouco de amor?

 

 

"Você conhece aquele sentimento…? Quando você está só esperando. Esperando chegar em casa, entrar no seu quarto, fechar a porta… Cair na cama e esquecer tudo o que aconteceu durante o dia. Um sentimento ambíguo, alívio e desespero… Ao mesmo tempo.
Não há nada errado. Porém, não há nada certo. E você está cansado. Cansado de tudo e cansado de nada… E você só quer alguém que esteja lá e te diga que você vai ficar bem. Mas, ninguém vai estar lá.
E você sabe que precisa ser forte por você, porque ninguém vai te consertar. Cansado dessa espera. Cansado de ser quem se conserta… E de consertar os outros. Cansado de ser forte… E pela primeira vez, você queria que fosse fácil, que fosse simples… Que pudesse ter ajuda, que pudesse ser salvo.
Mas, você sabe que não vai. Mesmo assim, a gente continua tendo esperança. A gente continua desejando isso. A gente continua sendo forte e lutando, com as lágrimas pelos olhos.
Você está lutando.”

"Você conhece aquele sentimento…? Quando você está só esperando. Esperando chegar em casa, entrar no seu quarto, fechar a porta… Cair na cama e esquecer tudo o que aconteceu durante o dia. Um sentimento ambíguo, alívio e desespero… Ao mesmo tempo.

Não há nada errado. Porém, não há nada certo. E você está cansado. Cansado de tudo e cansado de nada… E você só quer alguém que esteja lá e te diga que você vai ficar bem. Mas, ninguém vai estar lá.

E você sabe que precisa ser forte por você, porque ninguém vai te consertar. Cansado dessa espera. Cansado de ser quem se conserta… E de consertar os outros. Cansado de ser forte… E pela primeira vez, você queria que fosse fácil, que fosse simples… Que pudesse ter ajuda, que pudesse ser salvo.

Mas, você sabe que não vai. Mesmo assim, a gente continua tendo esperança. A gente continua desejando isso. A gente continua sendo forte e lutando, com as lágrimas pelos olhos.

Você está lutando.

Dessa vez não é como uma daquelas crises existenciais que te deixam pensando no sentido da vida. Não é uma carência, a falta de alguém… É complicado perceber a falta de uma pessoa que você nunca soube se esteve presente ou não… Não ter como ficar carente. Carente de atenção, de carinho. E, sentindo o vazio do mais importante, a compreensão.
Nunca fui ligado a essas coisas, mas, com o tempo, passei a levá-las em conta. O sentido de fazer algo que nos torne memorável. Querido. Lembrado. Com bons predicativos… Não por bondade ou amizade, pessoas que te elogiem por sinceridade. Te amem gratuitamente… Percebi que não se importam com isso. Amar gratuitamente? Balela. Fantasia. Utópico.
Amadurecer é complicado. Crescer, difícil. Se machucar, dói. Te machucarem, dói mais ainda. E acabamos calejando a alma com tantas decepções. Calo na alma é pior que calo no coração. O mais absurdo disso é o aprendizado no fim de tudo. A relevância das pessoas começa a ser medida com outros pesos. E o círculo se fecha, restringindo a maioria “deles”. 
Se eu não estivesse aqui amanhã… alguém se importaria? Sim. Não seria uma comoção nacional, feriado declarado… Mas, se importariam, e digo sem pretensão alguma. Digo com humildade. Nessas andanças, percebemos que é melhor fazer direito e se amar. Se notar, se conhecer. Saber de você. E tudo flui. Flui muito bem. Ficar dentro de suas possibilidades, e sair da zona de conforto de vez em quando. Mas, meu maior conselho é: NÃO TENTE AGRADAR NINGUÉM. Não faça isso. Se permita criar seus parâmetros. Gostei? Podia ter feito melhor? Quem sabe.
A magia está nisso, no melhor de cada um… Um efeito que contamina tudo. Procurei fazer o melhor, não por recompensa. Aliás, NÃO PROCURE RECOMPENSAS! A vida é uma boa pagadora, ela nunca esquece uma dívida que ela tem contigo… O mundo gira, o mundo é uma “bola”.

Dessa vez não é como uma daquelas crises existenciais que te deixam pensando no sentido da vida. Não é uma carência, a falta de alguém… É complicado perceber a falta de uma pessoa que você nunca soube se esteve presente ou não… Não ter como ficar carente. Carente de atenção, de carinho. E, sentindo o vazio do mais importante, a compreensão.

Nunca fui ligado a essas coisas, mas, com o tempo, passei a levá-las em conta. O sentido de fazer algo que nos torne memorável. Querido. Lembrado. Com bons predicativos… Não por bondade ou amizade, pessoas que te elogiem por sinceridade. Te amem gratuitamente… Percebi que não se importam com isso. Amar gratuitamente? Balela. Fantasia. Utópico.

Amadurecer é complicado. Crescer, difícil. Se machucar, dói. Te machucarem, dói mais ainda. E acabamos calejando a alma com tantas decepções. Calo na alma é pior que calo no coração. O mais absurdo disso é o aprendizado no fim de tudo. A relevância das pessoas começa a ser medida com outros pesos. E o círculo se fecha, restringindo a maioria “deles”. 

Se eu não estivesse aqui amanhã… alguém se importaria? Sim. Não seria uma comoção nacional, feriado declarado… Mas, se importariam, e digo sem pretensão alguma. Digo com humildade. Nessas andanças, percebemos que é melhor fazer direito e se amar. Se notar, se conhecer. Saber de você. E tudo flui. Flui muito bem. Ficar dentro de suas possibilidades, e sair da zona de conforto de vez em quando. Mas, meu maior conselho é: NÃO TENTE AGRADAR NINGUÉM. Não faça isso. Se permita criar seus parâmetros. Gostei? Podia ter feito melhor? Quem sabe.

A magia está nisso, no melhor de cada um… Um efeito que contamina tudo. Procurei fazer o melhor, não por recompensa. Aliás, NÃO PROCURE RECOMPENSAS! A vida é uma boa pagadora, ela nunca esquece uma dívida que ela tem contigo… O mundo gira, o mundo é uma “bola”.

Fazia tempo que eu não me sentia tão eufórico como estou ultimamente. Uma ansiedade que não tem explicação. Na verdade, tem explicação sim. Só me poupo da obrigação de dá-lá.
 
Tou sentindo falta de muitas coisas, mas, principalmente, sentindo falta de amigos. Ando sentindo falta de alguém que me deixe ser eu mesmo. Talvez tenha chegado o momento de repartir tudo, não só o que eu tenho, mas tudo o que trago dentro de mim.
 
A jornada tem se mostrado extensa, e por muitas vezes, complicada. São tantos percalços… Imagino, sem dúvida, que seria mais fácil sentar na beira do caminho e descansar um pouco. No entanto, é como se todos estivessem correndo e você, lá, paradinho. 
 
Hoje pedi que eu pudesse pular a parte da vida onde estamos correndo atrás dos nossos sonhos. "If your dreams don’t scary you, they aren’t big enough". Tenho medo dos meus sonhos… Diria que sonho alto demais. Porém, eles são grandes o suficiente. Suficientes pra mim. Suficiente. Já pensaram que muitas vezes nos preocupamos com a intensidade do que fazemos… E nunca estamos contentes com o suficiente. O suficiente não basta.
 
Nada que umas poucas e boas lições que a vida mesmo te ensina para que você aprenda que também somos feitos de “suficientes”. 
 
Tenho pensado no futuro, e acho que talvez não tenha feito planos suficientes. Acredito que não tenho planejado. Planejado bem, eu diria. Um pouco de nós vai se perdendo cada dia sem que a gente perceba e então, no fim de tudo, foi se tudo de nós. Meus fragmentos estão espalhados por aí, imaginando se um dia eu os encontrarei outra vez.
 
Por isso, tento espalhar somente uns fragmentos bons, aquele melhores, eu confesso. E fico meio vazio, assim, incompleto. Meio insuficiente. 
 
Não é como se você fosse diminuindo… São mudanças que acontecem. Nas últimas semanas, eu procurei por uma mudança… Uma mudança real. Corri atrás do que quero, e não desisti. Nos ensinam que “Deus ajuda a quem cedo madruga”… Em determinadas alturas da vida, pensei que não dependesse só de mim. Deleguei minhas culpas a pessoas aleatórias. 
 
Mas, a culpa é minha. Em ter me associado a situações, a pessoas, a contextos que, definitivamente, não eram o que eu queria ser. Ou, pelo menos, o que eu devia.
 
Só preciso me sintonizar de novo, encontrar uma órbita em que eu possa transitar tranquilo…

Fazia tempo que eu não me sentia tão eufórico como estou ultimamente. Uma ansiedade que não tem explicação. Na verdade, tem explicação sim. Só me poupo da obrigação de dá-lá.

 

Tou sentindo falta de muitas coisas, mas, principalmente, sentindo falta de amigos. Ando sentindo falta de alguém que me deixe ser eu mesmo. Talvez tenha chegado o momento de repartir tudo, não só o que eu tenho, mas tudo o que trago dentro de mim.

 

A jornada tem se mostrado extensa, e por muitas vezes, complicada. São tantos percalços… Imagino, sem dúvida, que seria mais fácil sentar na beira do caminho e descansar um pouco. No entanto, é como se todos estivessem correndo e você, lá, paradinho.

 

Hoje pedi que eu pudesse pular a parte da vida onde estamos correndo atrás dos nossos sonhos. "If your dreams don’t scary you, they aren’t big enough". Tenho medo dos meus sonhos… Diria que sonho alto demais. Porém, eles são grandes o suficiente. Suficientes pra mim. Suficiente. Já pensaram que muitas vezes nos preocupamos com a intensidade do que fazemos… E nunca estamos contentes com o suficiente. O suficiente não basta.

 

Nada que umas poucas e boas lições que a vida mesmo te ensina para que você aprenda que também somos feitos de “suficientes”.

 

Tenho pensado no futuro, e acho que talvez não tenha feito planos suficientes. Acredito que não tenho planejado. Planejado bem, eu diria. Um pouco de nós vai se perdendo cada dia sem que a gente perceba e então, no fim de tudo, foi se tudo de nós. Meus fragmentos estão espalhados por aí, imaginando se um dia eu os encontrarei outra vez.

 

Por isso, tento espalhar somente uns fragmentos bons, aquele melhores, eu confesso. E fico meio vazio, assim, incompleto. Meio insuficiente.

 

Não é como se você fosse diminuindo… São mudanças que acontecem. Nas últimas semanas, eu procurei por uma mudança… Uma mudança real. Corri atrás do que quero, e não desisti. Nos ensinam que “Deus ajuda a quem cedo madruga”… Em determinadas alturas da vida, pensei que não dependesse só de mim. Deleguei minhas culpas a pessoas aleatórias.

 

Mas, a culpa é minha. Em ter me associado a situações, a pessoas, a contextos que, definitivamente, não eram o que eu queria ser. Ou, pelo menos, o que eu devia.

 

Só preciso me sintonizar de novo, encontrar uma órbita em que eu possa transitar tranquilo…

Jana Rosa: “o blog dela é péssimo” – que bom

janarosa:

“Quando eu comecei a fazer blog não era tão comum ter blog (o primeiro, antes desse aqui), mas quem tinha usava para expor suas ideias e poder falar o que pensava, sem ter que usar o veículo em que trabalhava. Eu trabalhava no Chic, um dos melhores sites de moda do Brasil, e ainda assim era…

Hoje eu me sinto especialmente feliz. Se precisasse por em uma balança as coisas que tem acontecido na minha vida, boas e ruins, as boas pesariam mais. É um contentamento. É estar contente. É ser feliz. É acordar e agradecer, dormir e agradecer. É viver e agradecer. É pedir que vários dias iguais se repitam. Pedir chances de vencer, e não esquecer das chances em que você precisa aprender. Apesar de tudo, esquecer que a vida está cronometrada, parametrizada por pessoas que talvez nem sejam relevantes. Na verdade, elas não são.  É amar. Se amar. Me amar. Ter um tempo pra andar sem pressa, uma banho demorado na sexta. Abraçar sua mãe no aniversário dela. Se sentir vulnerável é se sentir humano. Ter medo, mas confiar. Em si. Em Deus.

Já era bem tarde quando saímos da festa… Só restava a gente lá. Eu tinha vindo sem carro, então ela me deu uma carona. Passamos por aquela praça, de tempos idos, onde esperei por ela. Estava vazia. Pedi que me deixasse ali. Desci, me despedi. Ela fingiu atenção quando perguntou quando eu ia embora… Se ela quisesse, não iria nunca. Rimos e ouvi o ronco do motor partindo. Me sentei ali, naquele banco do lado daquela árvore… Aquela árvore que riscamos com nossas iniciais.
Caía uma chuva fina, o vento regelava… Só ouço o barulho dos seus passos, vindo me encontrar. Aquele cheiro vindo me abraçar. Não tinha mais chuva, mas, que água era aquela entre nós? Chorava um pouco. Como na noite da formatura, quando dissemos que nos amávamos. Lembra desse dia? Um êxtase tomou forma no abraço que demos. Estávamos vivos. E, mesmo que não houvesse outro dia, aquele momento era o filme da minha vida. Ela foi. Fui depois. A chuva voltou e molhou o banco inteiro.

Já era bem tarde quando saímos da festa… Só restava a gente lá. Eu tinha vindo sem carro, então ela me deu uma carona. Passamos por aquela praça, de tempos idos, onde esperei por ela. Estava vazia. Pedi que me deixasse ali. Desci, me despedi. Ela fingiu atenção quando perguntou quando eu ia embora… Se ela quisesse, não iria nunca. Rimos e ouvi o ronco do motor partindo. Me sentei ali, naquele banco do lado daquela árvore… Aquela árvore que riscamos com nossas iniciais.

Caía uma chuva fina, o vento regelava… Só ouço o barulho dos seus passos, vindo me encontrar. Aquele cheiro vindo me abraçar. Não tinha mais chuva, mas, que água era aquela entre nós? Chorava um pouco. Como na noite da formatura, quando dissemos que nos amávamos. Lembra desse dia? Um êxtase tomou forma no abraço que demos. Estávamos vivos. E, mesmo que não houvesse outro dia, aquele momento era o filme da minha vida. Ela foi. Fui depois. A chuva voltou e molhou o banco inteiro.

Tell them what I hoped would be impossible…
Precisamos de um baque pra perceber que nossas escolhas não foram tão certas quanto achamos. Ninguém tem certeza de nada, e por mais que desejemos algo, nem sempre alcançamos. É triste, mas a realidade talvez seja um pouco triste.
Me perdi na vida. Perdi muito do que eu gostava em mim. Perdi um brilho no olhar que me motivava. Apanhei um pouco. Aliás, tenho apanhado. Ás vezes penso estar pagando por uns erros que cometi. Mas, será que foram tantos? Nos cansamos de sofrer, de repetir as escolhas, de fazer no automático.
Quando vejo alguém que me conhecia, e que acreditava em mim… Me dizendo que eu era bom e que tinha um caminho incrível pela frente… Apostavam em mim. Rezavam por mim. Acho que fiz uns amigos por aí, cativei algumas boas pessoas. E me dói decepcioná-los. Me dizem que sou guerreiro, mas, o que é ser guerreiro? O que faz a minha guerra justa? Que guerra pode se justificar?
Perdi. Perdi tempo tentando ser outro alguém. Tentando mudar. É complicado, mas talvez você já nasça pronto. Parece que perdi uma garra que todos viam, mas ela permanecia invisível quando eu me olhava no espelho. Olhar pra trás e notar que você já esteve lá. Você soube como encarar, você soube vencer. Os problemas, quem sabe, até podem ser os mesmos, mas você não. E talvez isso doa mais.

Tell them what I hoped would be impossible…

Precisamos de um baque pra perceber que nossas escolhas não foram tão certas quanto achamos. Ninguém tem certeza de nada, e por mais que desejemos algo, nem sempre alcançamos. É triste, mas a realidade talvez seja um pouco triste.

Me perdi na vida. Perdi muito do que eu gostava em mim. Perdi um brilho no olhar que me motivava. Apanhei um pouco. Aliás, tenho apanhado. Ás vezes penso estar pagando por uns erros que cometi. Mas, será que foram tantos? Nos cansamos de sofrer, de repetir as escolhas, de fazer no automático.

Quando vejo alguém que me conhecia, e que acreditava em mim… Me dizendo que eu era bom e que tinha um caminho incrível pela frente… Apostavam em mim. Rezavam por mim. Acho que fiz uns amigos por aí, cativei algumas boas pessoas. E me dói decepcioná-los. Me dizem que sou guerreiro, mas, o que é ser guerreiro? O que faz a minha guerra justa? Que guerra pode se justificar?

Perdi. Perdi tempo tentando ser outro alguém. Tentando mudar. É complicado, mas talvez você já nasça pronto. Parece que perdi uma garra que todos viam, mas ela permanecia invisível quando eu me olhava no espelho. Olhar pra trás e notar que você já esteve lá. Você soube como encarar, você soube vencer. Os problemas, quem sabe, até podem ser os mesmos, mas você não. E talvez isso doa mais.

Just a little.
Nunca parei pra prestar atenção, mas, percebi que sou meio romântico. Sendo bem sincero, muito romântico. E isso anda fora de moda. O legal é ser descolado, “não-tá-nem-aí”, se gostar e pronto.
Também me sinto assim… Ou tive essa impressão. Talvez eu seja um daqueles tipos não inventados… Que chora escondido assistindo filmes românticos na madrugada… Ando sempre me imaginando nos romances que leio, vivendo amores e as crises existenciais que eles trazem.
Mas, o que mais me fascina e que talvez seja uma predisposição minha são aqueles amores impossíveis. São o meu fraco… e o meu sonho. Algo ultrarromântico. Penso que esse suspense, esse medo… Esse impedimento te faça sentir vivo. Aquele êxtase de proibição que faz cada músculo do seu corpo se retesar quando está junto de seu cúmplice nesse crime de amar… Algo que deixe a boca seca e a garganta embargada, um choro que não desce e nem chora. 
E me flagro sonhando com olhares que reclamo a posse, com palavras que só podem ser ouvidas por mim, com afagos que só você pode dá.
Percebo que perdi um bom tempo da minha vida imaginado alguém ideal, afim de longas caminhadas na praia ao pôr do sol… Alguém que só de encostar-se à sua mão você percebe que conheceu a vida toda. Essa vida e as anteriores… O tipo transcendental de amor.
Ando desiludido dessas convicções. É difícil ouvir por aí histórias de amor assim. Só sabemos de separações, términos… Ficas. Pegas. Não sou defensor da moral e dos bons costumes, e definitivamente não tenho essa pretensão… Mas, até a galera mais afoita se sente carente. Existe muita gente te olhando, no entanto, pouquíssimas te enxergam. 
Uma hora, a massagem no ego por ter curtido com muitas pessoas passa. E sobra o quê depois disso? Solidão. Há os sozinhos por opção… Opção dos outros que não os escolhem, aposto.
Será errado pedir só um pouco de amor?
 
 

Just a little.

Nunca parei pra prestar atenção, mas, percebi que sou meio romântico. Sendo bem sincero, muito romântico. E isso anda fora de moda. O legal é ser descolado, “não-tá-nem-aí”, se gostar e pronto.

Também me sinto assim… Ou tive essa impressão. Talvez eu seja um daqueles tipos não inventados… Que chora escondido assistindo filmes românticos na madrugada… Ando sempre me imaginando nos romances que leio, vivendo amores e as crises existenciais que eles trazem.

Mas, o que mais me fascina e que talvez seja uma predisposição minha são aqueles amores impossíveis. São o meu fraco… e o meu sonho. Algo ultrarromântico. Penso que esse suspense, esse medo… Esse impedimento te faça sentir vivo. Aquele êxtase de proibição que faz cada músculo do seu corpo se retesar quando está junto de seu cúmplice nesse crime de amar… Algo que deixe a boca seca e a garganta embargada, um choro que não desce e nem chora.

E me flagro sonhando com olhares que reclamo a posse, com palavras que só podem ser ouvidas por mim, com afagos que só você pode dá.

Percebo que perdi um bom tempo da minha vida imaginado alguém ideal, afim de longas caminhadas na praia ao pôr do sol… Alguém que só de encostar-se à sua mão você percebe que conheceu a vida toda. Essa vida e as anteriores… O tipo transcendental de amor.

Ando desiludido dessas convicções. É difícil ouvir por aí histórias de amor assim. Só sabemos de separações, términos… Ficas. Pegas. Não sou defensor da moral e dos bons costumes, e definitivamente não tenho essa pretensão… Mas, até a galera mais afoita se sente carente. Existe muita gente te olhando, no entanto, pouquíssimas te enxergam.

Uma hora, a massagem no ego por ter curtido com muitas pessoas passa. E sobra o quê depois disso? Solidão. Há os sozinhos por opção… Opção dos outros que não os escolhem, aposto.

Será errado pedir só um pouco de amor?

 

 

"Você conhece aquele sentimento…? Quando você está só esperando. Esperando chegar em casa, entrar no seu quarto, fechar a porta… Cair na cama e esquecer tudo o que aconteceu durante o dia. Um sentimento ambíguo, alívio e desespero… Ao mesmo tempo.
Não há nada errado. Porém, não há nada certo. E você está cansado. Cansado de tudo e cansado de nada… E você só quer alguém que esteja lá e te diga que você vai ficar bem. Mas, ninguém vai estar lá.
E você sabe que precisa ser forte por você, porque ninguém vai te consertar. Cansado dessa espera. Cansado de ser quem se conserta… E de consertar os outros. Cansado de ser forte… E pela primeira vez, você queria que fosse fácil, que fosse simples… Que pudesse ter ajuda, que pudesse ser salvo.
Mas, você sabe que não vai. Mesmo assim, a gente continua tendo esperança. A gente continua desejando isso. A gente continua sendo forte e lutando, com as lágrimas pelos olhos.
Você está lutando.”

"Você conhece aquele sentimento…? Quando você está só esperando. Esperando chegar em casa, entrar no seu quarto, fechar a porta… Cair na cama e esquecer tudo o que aconteceu durante o dia. Um sentimento ambíguo, alívio e desespero… Ao mesmo tempo.

Não há nada errado. Porém, não há nada certo. E você está cansado. Cansado de tudo e cansado de nada… E você só quer alguém que esteja lá e te diga que você vai ficar bem. Mas, ninguém vai estar lá.

E você sabe que precisa ser forte por você, porque ninguém vai te consertar. Cansado dessa espera. Cansado de ser quem se conserta… E de consertar os outros. Cansado de ser forte… E pela primeira vez, você queria que fosse fácil, que fosse simples… Que pudesse ter ajuda, que pudesse ser salvo.

Mas, você sabe que não vai. Mesmo assim, a gente continua tendo esperança. A gente continua desejando isso. A gente continua sendo forte e lutando, com as lágrimas pelos olhos.

Você está lutando.

Dessa vez não é como uma daquelas crises existenciais que te deixam pensando no sentido da vida. Não é uma carência, a falta de alguém… É complicado perceber a falta de uma pessoa que você nunca soube se esteve presente ou não… Não ter como ficar carente. Carente de atenção, de carinho. E, sentindo o vazio do mais importante, a compreensão.
Nunca fui ligado a essas coisas, mas, com o tempo, passei a levá-las em conta. O sentido de fazer algo que nos torne memorável. Querido. Lembrado. Com bons predicativos… Não por bondade ou amizade, pessoas que te elogiem por sinceridade. Te amem gratuitamente… Percebi que não se importam com isso. Amar gratuitamente? Balela. Fantasia. Utópico.
Amadurecer é complicado. Crescer, difícil. Se machucar, dói. Te machucarem, dói mais ainda. E acabamos calejando a alma com tantas decepções. Calo na alma é pior que calo no coração. O mais absurdo disso é o aprendizado no fim de tudo. A relevância das pessoas começa a ser medida com outros pesos. E o círculo se fecha, restringindo a maioria “deles”. 
Se eu não estivesse aqui amanhã… alguém se importaria? Sim. Não seria uma comoção nacional, feriado declarado… Mas, se importariam, e digo sem pretensão alguma. Digo com humildade. Nessas andanças, percebemos que é melhor fazer direito e se amar. Se notar, se conhecer. Saber de você. E tudo flui. Flui muito bem. Ficar dentro de suas possibilidades, e sair da zona de conforto de vez em quando. Mas, meu maior conselho é: NÃO TENTE AGRADAR NINGUÉM. Não faça isso. Se permita criar seus parâmetros. Gostei? Podia ter feito melhor? Quem sabe.
A magia está nisso, no melhor de cada um… Um efeito que contamina tudo. Procurei fazer o melhor, não por recompensa. Aliás, NÃO PROCURE RECOMPENSAS! A vida é uma boa pagadora, ela nunca esquece uma dívida que ela tem contigo… O mundo gira, o mundo é uma “bola”.

Dessa vez não é como uma daquelas crises existenciais que te deixam pensando no sentido da vida. Não é uma carência, a falta de alguém… É complicado perceber a falta de uma pessoa que você nunca soube se esteve presente ou não… Não ter como ficar carente. Carente de atenção, de carinho. E, sentindo o vazio do mais importante, a compreensão.

Nunca fui ligado a essas coisas, mas, com o tempo, passei a levá-las em conta. O sentido de fazer algo que nos torne memorável. Querido. Lembrado. Com bons predicativos… Não por bondade ou amizade, pessoas que te elogiem por sinceridade. Te amem gratuitamente… Percebi que não se importam com isso. Amar gratuitamente? Balela. Fantasia. Utópico.

Amadurecer é complicado. Crescer, difícil. Se machucar, dói. Te machucarem, dói mais ainda. E acabamos calejando a alma com tantas decepções. Calo na alma é pior que calo no coração. O mais absurdo disso é o aprendizado no fim de tudo. A relevância das pessoas começa a ser medida com outros pesos. E o círculo se fecha, restringindo a maioria “deles”. 

Se eu não estivesse aqui amanhã… alguém se importaria? Sim. Não seria uma comoção nacional, feriado declarado… Mas, se importariam, e digo sem pretensão alguma. Digo com humildade. Nessas andanças, percebemos que é melhor fazer direito e se amar. Se notar, se conhecer. Saber de você. E tudo flui. Flui muito bem. Ficar dentro de suas possibilidades, e sair da zona de conforto de vez em quando. Mas, meu maior conselho é: NÃO TENTE AGRADAR NINGUÉM. Não faça isso. Se permita criar seus parâmetros. Gostei? Podia ter feito melhor? Quem sabe.

A magia está nisso, no melhor de cada um… Um efeito que contamina tudo. Procurei fazer o melhor, não por recompensa. Aliás, NÃO PROCURE RECOMPENSAS! A vida é uma boa pagadora, ela nunca esquece uma dívida que ela tem contigo… O mundo gira, o mundo é uma “bola”.

Fazia tempo que eu não me sentia tão eufórico como estou ultimamente. Uma ansiedade que não tem explicação. Na verdade, tem explicação sim. Só me poupo da obrigação de dá-lá.
 
Tou sentindo falta de muitas coisas, mas, principalmente, sentindo falta de amigos. Ando sentindo falta de alguém que me deixe ser eu mesmo. Talvez tenha chegado o momento de repartir tudo, não só o que eu tenho, mas tudo o que trago dentro de mim.
 
A jornada tem se mostrado extensa, e por muitas vezes, complicada. São tantos percalços… Imagino, sem dúvida, que seria mais fácil sentar na beira do caminho e descansar um pouco. No entanto, é como se todos estivessem correndo e você, lá, paradinho. 
 
Hoje pedi que eu pudesse pular a parte da vida onde estamos correndo atrás dos nossos sonhos. "If your dreams don’t scary you, they aren’t big enough". Tenho medo dos meus sonhos… Diria que sonho alto demais. Porém, eles são grandes o suficiente. Suficientes pra mim. Suficiente. Já pensaram que muitas vezes nos preocupamos com a intensidade do que fazemos… E nunca estamos contentes com o suficiente. O suficiente não basta.
 
Nada que umas poucas e boas lições que a vida mesmo te ensina para que você aprenda que também somos feitos de “suficientes”. 
 
Tenho pensado no futuro, e acho que talvez não tenha feito planos suficientes. Acredito que não tenho planejado. Planejado bem, eu diria. Um pouco de nós vai se perdendo cada dia sem que a gente perceba e então, no fim de tudo, foi se tudo de nós. Meus fragmentos estão espalhados por aí, imaginando se um dia eu os encontrarei outra vez.
 
Por isso, tento espalhar somente uns fragmentos bons, aquele melhores, eu confesso. E fico meio vazio, assim, incompleto. Meio insuficiente. 
 
Não é como se você fosse diminuindo… São mudanças que acontecem. Nas últimas semanas, eu procurei por uma mudança… Uma mudança real. Corri atrás do que quero, e não desisti. Nos ensinam que “Deus ajuda a quem cedo madruga”… Em determinadas alturas da vida, pensei que não dependesse só de mim. Deleguei minhas culpas a pessoas aleatórias. 
 
Mas, a culpa é minha. Em ter me associado a situações, a pessoas, a contextos que, definitivamente, não eram o que eu queria ser. Ou, pelo menos, o que eu devia.
 
Só preciso me sintonizar de novo, encontrar uma órbita em que eu possa transitar tranquilo…

Fazia tempo que eu não me sentia tão eufórico como estou ultimamente. Uma ansiedade que não tem explicação. Na verdade, tem explicação sim. Só me poupo da obrigação de dá-lá.

 

Tou sentindo falta de muitas coisas, mas, principalmente, sentindo falta de amigos. Ando sentindo falta de alguém que me deixe ser eu mesmo. Talvez tenha chegado o momento de repartir tudo, não só o que eu tenho, mas tudo o que trago dentro de mim.

 

A jornada tem se mostrado extensa, e por muitas vezes, complicada. São tantos percalços… Imagino, sem dúvida, que seria mais fácil sentar na beira do caminho e descansar um pouco. No entanto, é como se todos estivessem correndo e você, lá, paradinho.

 

Hoje pedi que eu pudesse pular a parte da vida onde estamos correndo atrás dos nossos sonhos. "If your dreams don’t scary you, they aren’t big enough". Tenho medo dos meus sonhos… Diria que sonho alto demais. Porém, eles são grandes o suficiente. Suficientes pra mim. Suficiente. Já pensaram que muitas vezes nos preocupamos com a intensidade do que fazemos… E nunca estamos contentes com o suficiente. O suficiente não basta.

 

Nada que umas poucas e boas lições que a vida mesmo te ensina para que você aprenda que também somos feitos de “suficientes”.

 

Tenho pensado no futuro, e acho que talvez não tenha feito planos suficientes. Acredito que não tenho planejado. Planejado bem, eu diria. Um pouco de nós vai se perdendo cada dia sem que a gente perceba e então, no fim de tudo, foi se tudo de nós. Meus fragmentos estão espalhados por aí, imaginando se um dia eu os encontrarei outra vez.

 

Por isso, tento espalhar somente uns fragmentos bons, aquele melhores, eu confesso. E fico meio vazio, assim, incompleto. Meio insuficiente.

 

Não é como se você fosse diminuindo… São mudanças que acontecem. Nas últimas semanas, eu procurei por uma mudança… Uma mudança real. Corri atrás do que quero, e não desisti. Nos ensinam que “Deus ajuda a quem cedo madruga”… Em determinadas alturas da vida, pensei que não dependesse só de mim. Deleguei minhas culpas a pessoas aleatórias.

 

Mas, a culpa é minha. Em ter me associado a situações, a pessoas, a contextos que, definitivamente, não eram o que eu queria ser. Ou, pelo menos, o que eu devia.

 

Só preciso me sintonizar de novo, encontrar uma órbita em que eu possa transitar tranquilo…

Jana Rosa: “o blog dela é péssimo” – que bom

janarosa:

“Quando eu comecei a fazer blog não era tão comum ter blog (o primeiro, antes desse aqui), mas quem tinha usava para expor suas ideias e poder falar o que pensava, sem ter que usar o veículo em que trabalhava. Eu trabalhava no Chic, um dos melhores sites de moda do Brasil, e ainda assim era…

(Source: brotips)

(Source: michmemoirs, via bennetliz)

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“But the most exciting, challenging and significant relationship of all is the one you have with yourself. And if you can find someone to love the you you love, well, that's just fabulous.”

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